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SÃO PAULO – Hoje, quem busca a casa própria costuma encontrar prédios que oferecem muito mais que uma área de lazer. São verdadeiros clubes, com inúmeras opções de esporte, cultura, música, saúde e festas.
Tantas opções encantam os olhos dos futuros moradores, mas tendem a assustar o bolso, por conta do medo do custo que pode ter um condomínio com tanto lazer.
Itens de lazer encarecem o condomínio?
A maioria das pessoas acredita, equivocadamente, que a quantidade de diversão do prédio encarece demasiadamente a taxa condominial.
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Para se ter uma ideia, a inclusão de todo o lazer, bem como a decoração e mobiliário, já estão computados no valor do imóvel. Ou seja, o que o proprietário paga quando recebe as chaves são os gastos com gás, água e energia, além de funcionários e manutenção.
Dessa forma, o custo-benefício de ter uma área de lazer completa torna-se positivo, ainda mais se considerar que a comodidade proporcionada leva vantagem frente aos preços que seriam pagos com essas mesmas atividades (academia, piscina, etc) feitas fora de casa.
Fique de olho!
Os fatores que muito influenciam no valor do condomínio são outros, como a quantidade de apartamentos e de torres, a eficiência da administração, além dos quesitos para contratação de funcionários.
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Os gastos com água, gás e energia são os que mais pesam na conta do condomínio. Assim, ficará sob responsabilidade dos proprietários o controle para evitar desperdícios.
É importante também que o síndico oriente os moradores sobre possíveis vazamentos e incentive o condomínio à conscientização ambiental.
Os gastos com o condomínio são de responsabilidade do síndico, do subssíndico e de um conselho administrativo. Por isso, a equipe deve estar preparada e disposta a participar de reuniões e a se responsabilizar pelo condomínio.
Vale lembrar que os moradores podem contratar uma empresa para assessorar parte da administração.
Contratar funcionários pelo próprio condomínio custa menos, mas oferece riscos e exige maior dedicação do síndico, o qual deve administrar o pessoal.
Por isso, alguns prédios terceirizam os funcionários, o que, apesar de sair mais caro, é vantajoso por não criar vínculo empregatício.
Enquanto os edifícios antigos gastam mais com despesas de manutenção, fator que encarece o condomínio, os mais modernos são mais bem planejados, a fim de reduzir a necessidade de manutenção, com o uso de materiais mais funcionais e resistentes ao tempo.
Como a divisão dos gastos com o prédio é feita proporcionalmente entre os moradores, quanto maior a quantidade de unidades, menor tende a ficar o valor do condomínio para cada apartamento.
Inadimplência
Por fim, vale lembrar que a saúde financeira do condomínio também depende da baixa inadimplência e não apenas da competência do síndico ou da administradora.