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SÃO PAULO – A greve dos trabalhadores da fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, deve durar, pelo menos, até a próxima segunda-feira (04), quando será realizada uma nova assembléia.
A paralisação, em protesto contra 1.800 demissões, já reflete em outras unidades da montadora. Em Taubaté, interior de São Paulo, e São José dos Pinhais, no Paraná, a empresa deu dois dias de folga (esta sexta-feira, 1, e segunda-feira, 4) para ajustar a produção de veículos.
Perda de 940 carros por dia
Com o protesto da fábrica do ABC, 940 veículos deixam de ser produzidos por dia. Além disso, as outras unidades, que utilizam peças fabricadas na Anchieta, também têm suas atividades prejudicadas.
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A montadora já estuda a hipótese de dar férias coletivas, entre 18 e 27 de setembro, para 12 mil funcionários em três fábricas do País: Taubaté, São José dos Pinhais e São Carlos.
A medida só será tomada caso não haja um acordo com os funcionários do ABC e a greve se prolongar.
Manifestação
Em mais uma ação de protesto, funcionários e sindicalistas fazem manifestação na rodovia Cônego Domênico Rangoni (antiga Piaçagüera-Guarujá), no km 262, altura de Cubatão, e prejudicam o trânsito no sentido Guarujá.