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SÃO PAULO – A gravidez é um período em que as mulheres precisam pensar não somente nelas, mas também na vida que estão gerando. O fator de risco, ao dirigir grávida, aumenta a partir do 1º trimestre.
Os sintomas que aparecem neste período de gravidez são: enjôo, tontura e câimbra que podem ocasionar acidentes.
Contudo, a legislação não impede que a gestante dirija, mas toda atenção é necessária para não prejudicar tanto a criança quanto a futura mãe.
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Conselho é não dirigir
Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Flávio Emir Adura, o correto é desestimular a grávida a dirigir. “A barriga grande prejudica a direção, além disso, se a gestante sofrer um acidente pode se prejudicar e trazer danos ao bebê”, alerta Adura.
Principalmente após o 3º trimestre de gravidez, o vice-presidente da Abramet desaconselha o ato. “Depois de 36 semanas de gravidez, o ideal, se possível, é parar totalmente de dirigir”, observa.
Cuidados
A utilização do cinto de segurança é indispensável. De acordo com Adura, a futura mãe tem de utilizar o equipamento de três pontos, sendo que a faixa diagonal deve cruzar no meio do ombro, a lateral deve ficar sobre o abdômen (nunca sob o útero) e a faixa subdiagonal deve vir abaixo da barriga e bem apertada.
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“Muitas grávidas acabam deixando de usar o cinto de segurança por medo de machucar o feto, o que é errado, pois com ele, o risco de acontecer alguma coisa com a criança, em caso de acidente, diminui”, afirma Adura.
Outra dica de segurança que o vice-presidente da Abramet dá é sobre a utilização de airbag. “O airbag não deve ser desligado, porque é outro benefício que está ao alcance da condutora. Contudo, a gestante deve afastar o banco, ao máximo, sem deixar de alcançar os pedais”.