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SÃO PAULO – Como alternativa para diminuir os gastos com combustíveis, muitos motoristas já optam pela conversão do automóvel para abastecimento com gás natural (GNV). Estimativas contabilizam 1,2 milhão de automóveis convertidos, o que representa 5% da frota brasileira.
No entanto, esta conversão deve ser feita com um profissional e o equipamento precisa ser revisado a cada ano, segundo determina portaria criada pelo Inmetro, para garantir segurança ao consumidor e evitar gastos futuros.
Inspeção garante segurança
A inspeção analisa as condições das peças do kit gás, como o cilindro, suporte do cilindro, tubos de alta e baixa pressão, redutor de pressão e válvulas de segurança. Com isso, elimina-se a possibilidade de acidentes com o combustível.
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Para o coordenador de inspeção veicular, André Vieira, da Linces Vistorias, a inspeção garante mais segurança para o motorista, além de melhora para o meio ambiente e combate às instalações irregulares. “Se o sistema estiver instalado dentro das normas, pode-se dizer que é totalmente seguro porque as normas brasileiras estão no mesmo padrão das européias, consideradas bastante rígidas”.
Contenção de gastos
Com a inspeção, além de garantia de segurança, os motoristas ainda terão diminuição dos gastos com o equipamento e o consumo do combustível. Além disso, os acidentes podem trazer danos irreversíveis.
“Com o tempo, os equipamentos que compõem o kit de conversão acabam ficando saturados e o veículo perde rendimento, resultando num maior consumo e emissões além dos níveis normais”, explicou Vieira.