Fundador do WhatsApp foi rejeitado pelo Facebook e pelo Twitter

O WhatsApp foi criado em 2009 pelos americanos Brian Acton e Jan Koum, atual CEO da empresa, que na época eram funcionários Yahoo!

Publicidade

SÃO PAULO – O aplicativo de mensagens WhatsApp foi adquirido pelo Facebook na última quarta-feira (19) por US$ 16 bilhões, apesar de as negociações poderem a chegar a US$ 19 bilhões com causa de um adicional de US$ 3 bilhões em ações.

O WhatsApp foi criado em 2009 pelos americanos Brian Acton e Jan Koum, atual CEO da empresa, que na época eram funcionários Yahoo!, com o objetivo de driblar o serviço pago de SMS das operadoras, e ainda incluir a transferência de fotos, vídeos e áudio. “Quase cinco anos atrás, começamos a WhatsApp com uma missão simples: construir um produto legal usado globalmente por todos. Nada mais importava para nós”, escreveu Koum no blog da empresa.

No entanto, se hoje o aplicativo é disputado pelas grandes companhias de tecnologia – vale lembrar que o WhatsApp recusou uma proposta de US$ 1 bilhão do Google –, no passado não era assim tão fácil. Antes de começar a própria empresa, Acton foi rejeitado para vagas de emprego no Facebook e Twitter, segundo o site NDTV. Já a família de Koum sofreu com a pobreza na Ucrânia quando ele era criança e até precisou juntar cupons de descontos para comprar comida.

Planner InfoMoney

Mantenha suas finanças sob controle neste ano

Além disso, ambos estavam cansados com a forma como as empresas envolvidas com a internet estavam fixadas em publicidade, tanto que o aplicativo é livre de mensagens publicitárias. De acordo com a Bloomberg, a aversão de Koum à publicidade contrasta com os esforços do Facebook para ganhar mais dinheiro utilizando as informações dos usuários.

A abordagem diferente dos empreendedores valeu à pena, já que o WhatsApp tem uma base de 450 milhões de usuários ativos por mês, sendo que por dia, o app registra 1 milhão de novos usuários.