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SÃO PAULO – A Zona Máxima de Restrição aos Fretados completa 100 dias de implantação nesta sexta-feira (6) e o Transfretur (Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo) reclama que a medida não melhorou a vida dos paulistanos.
“A constatação é simples: retira o fretado e entra o carro”, analisa o diretor executivo da entidade, João Miguel dos Santos. “Boa parte dos usuários do fretamento não migra para o transporte público, pois para eles, acima de tudo, está a segurança e a pontualidade”, ressalta.
Segundo o órgão, com a restrição de circulação aos fretados, os congestionamentos na cidade aumentaram, frente ao mesmo período do ano anterior. A Secretaria Municipal dos Transportes ainda não divulgou balanço dos 100 dias de restrição.
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Sem fundamento
Mesmo passados 100 dias da implantação da restrição, o presidente do sindicato ainda questiona a decisão da Secretaria Municipal de Transportes. Para ele, a restrição não tem fundamento.
“É preciso uma melhor apuração das condições impostas na restrição e o acréscimo de mais vias com proibição de circulação. Bem como há a questão das multas, muitas vezes atribuídas erroneamente aos ônibus que têm permissão para circular dentro da Zona de Restrição.