Publicidade
SÃO PAULO – Grande parte dos brasileiros está disposto a assumir um financiamento para realizar o sonho de adquirir um automóvel. Apesar da recomendação de especialistas de que a maneira ideal de se comprar um bem é fazendo um planejamento a longo prazo, existem maneiras que podem te ajudar a evitar, caso a sua escolha seja pelo financiamento, que as parcelas interfiram no orçamento da família.
Confira cinco dicas da equipe de especialistas do portal Meu Bolso Feliz, uma iniciativa do SPC Brasil, para ajudar a equilibrar seu orçamento:
Dica 1: Não comprometa o orçamento
Não comprometa mais que 30% do orçamento líquido familiar com as parcelas, ou seja, 30% de tudo aquilo que sobra depois de quitadas todas as despesas da família. Se houver uma outra dívida, como por exemplo o parcelamento de um imóvel, é preciso encaixar os dois financiamentos dentro desses 30%.
Planner InfoMoney
Mantenha suas finanças sob controle neste ano
Dica 2: reduz as prestações
Tente reduzir ao máximo o número de prestações. Se o valor não atingir o teto de 30% do seu orçamento líquido, é recomendável reduzir o número de parcelas. É que, de modo geral, quanto menor é o número de parcelas, menor também é o valor cobrado pelos juros.
Dica 3: evite filhos e acompanhantes na negociação
Eles podem ajudar previamente na escolha de um modelo, por exemplo, mas eles acabam influenciando emocionalmente na hora de negociar as formas de pagamento. Mesmo assim, diante de uma boa oportunidade, não aja por impulso. Volte para casa, pense no assunto, faça os cálculos e volte para o vendedor novamente com a proposta final.
Dica 4: avalie a desvalorização
Existe atualmente no mercado modalidades de financiamento de longuíssimo prazo, de até 84 parcelas, ou seja, sete anos. Lembre se que o carro, sobretudo o zero, é um bem que desvaloriza rapidamente e costuma gerar altos custos de manutenção depois do terceiro ano de uso. Assim, a recomendação é limitar a 36 meses, no máximo.
Continua depois da publicidade
Dica 5: mantenha uma reserva
Lembre-se de ter uma reserva – que pode ser separada do valor do 13o, por exemplo, para o pagamento de despesas extras que você terá com o carro novo, com a documentação do IPVA e o valor do seguro.