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SÃO PAULO – A Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) apontou queda de 5,7% nas vendas do comércio de produtos voltados para crianças entre os dias 04 e 10 de outubro, em relação ao mesmo período no ano passado. A pesquisa foi feita com 100 empresários na região metropolitana de São Paulo.
No segmento de duráveis (brinquedos, eletroeletrônicos e CDs) o levantamento apurou queda de 6,8% neste ano em comparação com igual período no ano passado. Já no grupo de produtos semiduráveis (calçados e vestuário), a retração foi menor, de 4,16%, o que sugere que os consumidores podem ter optado por estes itens para presentear a criançada.
Maioria deve presentear
No que se refere à intenção de compras dos consumidores para o Dia das Crianças, comemorado neste domingo, 12 de outubro, 60% das mulheres afirmaram que irão comprar presentes para a data, pouco mais que os 58,7% dos homens que têm a mesma intenção.
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Os relógios e óculos são opções de presente para 32,3% dos consumidores. Outros 17,7% devem gastar com a compra de CDs de jogos. Os brinquedos terão bastante procura, como de costume, de forma que devem ser a escolha de 10,8% dos consumidores, conforme indicou a pesquisa.
Presentes mais baratos nas lojas de rua
Entretanto, os presentes serão apenas “lembrancinhas”, já que o preço médio das compras deverá ser de R$ 37,64, valor superior ao Dia das Mães (R$ 34,22) e Dia dos Pais (R$ 36,76), mas abaixo do estimado para o Dia dos Namorados (R$ 39,70). Embora sejam diferentes, os valores sugerem que há um limite de gastos dos consumidores em datas comemorativas.
De acordo com os empresários ouvidos pela pesquisa, a maioria dos consumidores pagou suas compras com o cartão de crédito (69,3%), sendo que 15,8% das vendas foram feitas à vista e 7,9% a prazo, com cheques pré-datados. Os gastos se referem à semana que antecedeu a data.
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Como o tíquete médio das compras será relativamente baixo, então as lojas de rua se tornaram as preferidas dos consumidores na hora de comprar o presente. Este tipo de estabelecimento agrada cerca de 42% dos consumidores. Outros 35,3% preferem o conforto dos shoppings centers. No entanto, nos dois casos, para 69,3% dos empresários as vendas verificadas neste ano decepcionaram o comércio.