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Entre os mais jovens, consciência sobre a morte cresce, mas planejamento segue baixo

Consciência sobre finitude cresce entre Geração Z e Millennials, mas adesão ao Seguro de Vida segue baixa; cenário expõe desafio de transformar reflexão em organização financeira

MoneyLab

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Pensar na própria morte está cada vez mais longe de ser um tabu à medida que o tema ganha espaço no pensamento dos brasileiros, especialmente entre os mais jovens. Esse é um dos apontamentos da pesquisa “Vida e Finitude”, feita pela Icatu Seguros em parceria com a Conversion. O levantamento aponta que, de maneira geral, 67% dos entrevistados afirmam refletir sobre a finitude com alguma frequência.

O dado ganha ainda mais força ao revelar uma inversão geracional: são justamente os jovens que pensam mais sobre o tema. Entre a Geração Z (16-28 anos), 22% dizem refletir com frequência sobre a própria morte. Entre os Millennials (29-44), esse número sobe para 24%

Já entre os Baby Boomers (61-80), o índice cai para apenas 7%. Trata-se de uma diferença de 15 pontos percentuais que sinaliza uma mudança profunda na forma de lidar com a vulnerabilidade da vida. 

Mundo em crise

Essa mudança parece não surgir por acaso. Jovens adultos cresceram em um contexto marcado por instabilidade e exposição constante a riscos globais. A reflexão sobre a finitude é frequentemente acionada por experiências pessoais (61%), mas também por eventos coletivos que marcaram a última década.

A pesquisa aponta ainda que a pandemia da Covid-19 (44%), as guerras (31%) e as mudanças climáticas (30%) aparecem como gatilhos relevantes que motivam pensamentos sobre a finitude. Apesar dessa maior consciência, a taxa de organização financeira segue baixa em todas as faixas etárias.

Pensar muito, agir pouco

Um dos achados centrais do levantamento é a diferença entre acumular patrimônio e estruturar proteção. Questionados sobre produtos financeiros que ficariam para a família em caso de morte, 53% dos participantes da pesquisa afirmam ter investimentos, como poupança ou aplicações financeiras.

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No entanto, apenas 12% mencionam possuir Seguro de Vida, percentual que se mantém baixo e relativamente estável entre gêneros e gerações. O contraste revela um descompasso importante: o patrimônio começa a ser construído, mas a proteção ainda fica em segundo plano

Na prática, isso significa que eventos inesperados como doenças, afastamento do trabalho ou até a morte, podem gerar impactos financeiros significativos para quem fica ampliando custos, conflitos e insegurança.

Seguro como gestão de risco

Parte desse desalinhamento está ligada ao pouco aproveitamento do seguro de vida na estratégia financeira de longo prazo. “O problema não está na falta de consciência, mas na dificuldade de transformar essa reflexão em organização prática. O seguro de vida entra justamente como uma ferramenta para reduzir incertezas em momentos críticos, sejam eles morte, doença grave ou afastamento temporário do trabalho”, afirma Luciana Bastos, diretora de produtos de vida da Icatu Seguros.

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Na prática, o instrumento funciona como proteção de renda e patrimônio, oferecendo liquidez e previsibilidade em cenários adversos, atributos cada vez mais relevantes em um ambiente econômico incerto.

Da reflexão à estrutura

Outro dado reforça essa lacuna: embora 59% dos entrevistados já tenham conversado — ou pretendam conversar — sobre a finitude, apenas 16% efetivamente deixaram tudo organizado.

O avanço desse debate indica um ponto de inflexão. A nova geração já entendeu a vulnerabilidade da vida em um mundo imprevisível. O próximo passo é transformar essa consciência em planejamento. Porque, no fim, o desafio deixa de ser falar sobre a morte, e passa a ser organizar a vida.

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Informações sobre os seguros de vida da Icatu podem ser acessadas no site. 

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