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SÃO PAULO – Pela primeira vez no Brasil, uma unidade federativa conseguiu ultrapassar a marca de duas linhas de celular por habitante, sendo ela o Distrito Federal. Os dados são de levantamento da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) divulgado nesta sexta-feira (18).
Das 27 unidades federativas, 23 já têm densidade superior a 100, ou seja, mais de um acesso móvel por habitante, mas só o Distrito Federal ultrapassou a densidade de 200 acessos. As localidades que ainda não superaram a densidade de 100 são Alagoas, Maranhão, Piauí e Pará.
Dados do Brasil
O País superou a marca de 231 milhões de acessos de telefonia móvel, após mais de 4,3 milhões de adesões em outubro, de acordo com os dados da Anatel.
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Dos 231.633.520 de acessos, 81,62% são pré-pagos, o que totaliza mais de 189 milhões. O restante (42,5 milhões) é de números pós-pagos. Agora, a cada 100 brasileiros, 118,62 têm um número de celular.
Teledensidade
Considerando as regiões, o Nordeste tem a menor teledensidade, ao registrar 101,92 acessos para cada 100 habitantes.
Quanto às demais, a Centro-Oeste foi a que apresentou o maior número de linhas a cada 100 habitantes (141,09), sendo que a região totaliza 20,25 milhões de acessos.
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O Sudeste vem em seguida, com 128,01 acessos a cada 100 habitantes, lembrando que a região tem pouco mais de 104,61 milhões de linhas. Na região Sul, a teledensidade foi de 119,92 linhas em outubro, e no Norte, de 105,59.
Operadoras
Quanto à participação das operadoras no mercado de telefonia móvel, a Vivo continua liderando, com 29,61% do total dos acessos, chegando a 68,586 milhões de linhas no mês passado. Em segundo lugar, aparece a TIM, com 26% do mercado ou 60,224 milhões de números.
No ranking ainda estão Claro e Oi, com 25,20% e 18,86% de participação, respectivamente. A Claro detém 58,380 milhões de linhas, ao passo que a Oi tem 43,691 milhões de acessos. CTBC e Sercomtel detêm 0,29% e 0,03% do mercado de telefonia móvel, nesta ordem.
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Considerando a tecnologia adotada, a maioria (82,94%) é GSM.