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SÃO PAULO – Com a aproximação do Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, o consumidor se revelou animado com a data e pretende presentear filhos e netos na próxima semana. Pelo menos é o que ficou constatado na pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio SP) entre os dias 30 de setembro e 05 de outubro junto a 850 consumidores.
A criançada pode comemorar, pois 71,8% dos entrevistados afirmaram que pretendem presentear neste Dia das Crianças, contra 59% em 2003. Contudo, nem todos os sonhos de consumo serão atendidos. Apenas 16,35% dos entrevistados disseram que teriam condições de dar à criança um presente de valor mais elevado.
O valor médio do presente, entretanto, deverá ser menor neste ano, ficando em torno de R$ 33,74. No ano passado o gasto médio registrado havia sido de R$ 37. Entre homens (R$ 38,81) e mulheres (R$ 34,24) o gasto médio dos presentes não se difere muito, mas o mesmo não ocorre quando o assunto é a escolha do presente.
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Brinquedo é consenso na hora de presentear
Como não poderia deixar de ser, tanto os homens (57,3%) como as mulheres (57,7%) afirmaram que os brinquedos em geral serão suas opções para presente, seguidos do vestuário (12,9% e 13,4%, respectivamente).
Entretanto, há uma divergência de opiniões na terceira opção na hora de presentear. Enquanto 4,6% das mulheres pretendem comprar calçados para as crianças, como tênis, sapatos, sandálias etc, apenas 2,2% dos homens escolheram esta opção. A mesma “briga” acontece quando o presente é vídeogame. Pela pesquisa, 2,7% dos homens vão presentear com o produto, opção escolhida por apenas 0,5% das mulheres.
No que se refere ao local de compra, a maioria pretende comprar os presentes em lojas de rua (57%), pela possibilidade de encontrar preços mais em conta. Outros preferirão a comodidade dos shoppings (29,2%), os camelôs (5,7%) e hipermercados (1,6%), onde são encontrados muitos brinquedos.
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Maioria deve pagar “lembrancinhas” à vista
Quanto à forma de pagamento, a maioria pretende pagar à vista mesmo (66%), já que o poder de compra do consumidor continua enfraquecido e seu orçamento está comprometido com dívidas.
Pelo valor médio dos presentes ser relativamente baixo, eles não devem encontrar dificuldade em pagar os presentes em uma só parcela. Outros devem pagar no cartão de crédito (22,8%), parcelar a compra com o plástico (7,5%), emitir cheques pré-datados (1,8%) ou recorrer ao crediário (1,8%).