Demanda por viagens de avião dentro do País atinge recorde em maio, diz Anac

Oferta de voos domésticos não acompanhou o mesmo ritmo, caindo 5,97%

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SÃO PAULO – A demanda por transporte aéreo doméstico obteve um crescimento de 5,14% em maio de 2013, em comparação com o mesmo mês de 2012. Esse foi o maior nível de demanda doméstica para o período desde o início do levantamento realizado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Apesar da demanda atingir crescimento recorde para o mês de maio, a oferta do transporte aéreo doméstico registrou redução de 4,07%. O índice, que apresenta queda há nove meses, acumulou redução de 6,36% nos primeiros cinco meses do ano.

Em maio, a taxa de aproveitamento das aeronaves registrou alta de 9,6%. No acumulado do ano, a taxa foi de 73,93%, frente a 69,53% no mesmo período do ano passado.

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Voos internacionais
No quinto mês do ano, a demanda de passageiros por voos internacionais feitos por companhias aéreas brasileiras teve um aumento de 5,06%, em relação ao mesmo período de 2012. A oferta também registrou alta de 8,10% no mesmo período.

No acumulado de janeiro a maio deste ano, a demanda internacional cresceu 5,39% e a oferta internacional teve aumento de 14,12%, em comparação com os cinco primeiros meses de 2012.

A taxa de aproveitamento dos voos internacionais alcançou 77,50% em maio de 2013, contra 79,75% do mesmo mês do ano anterior, representando uma variação negativa de 2,82%.

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Market share
No marketing share de voos nacionais, as participações das companhias são as seguintes: TAM (39,55%), Gol (5,35%) e Azul (11,31%). A participação das outras empresas aéreas brasileiras totalizou 26,1% da participação.

Entre as principais empresas aéreas brasileiras, a Avianca e Azul registraram o maior crescimento na participação de mercado em maio de 2013, quando comparada com o mesmo mês de 2012, passando de 5,10% para 7,14% (crescimento de 40,08%) e de 11,16% para 13,26% (crescimento de 18,84%), respectivamente.

Se considerado o somatório das empresas Azul e Trip, a participação dessas companhias passou de 15,93% para 17,32% (crescimento de 8,73%).