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Contratar proteção cambial ajuda empresas em momentos de volatilidade

Menor diferença entre a taxa americana e a brasileira deve diminuir o fluxo de recursos estrangeiros para o Brasil

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Viés de alta, mas em meio a um cenário bastante incerto no curto prazo. É esta a perspectiva para a cotação do real depois de Brasil e Estados Unidos terem reduzido os juros – uma variável importante da cesta de indicadores que definem o fluxo global de recursos e, portanto, a taxa cambial.

No fim de julho, o Banco Central cortou a Selic, taxa básica de juros da economia, em meio ponto percentual, para 6% ao ano, menor patamar da história, sinalizando novas baixas na tentativa de estimular a economia. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve, banco central do país, reduziu o juro americano em 25 pontos, para a faixa entre 2% e 2,25%.

A menor diferença entre a taxa americana e a brasileira deve diminuir o fluxo de recursos estrangeiros para o Brasil – se isso acontecer de fato, o dólar deve valorizar em relação ao real. Na semana de corte nos juros, a alta foi de quase 3%.

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No ano, até 19 de julho, o saldo cambial (diferença entre entrada e saída de dólares via comércio e fluxo financeiro) estava negativo em US$ 8,047 bilhões, diante de um saldo positivo de US$ 26,79 bilhões em igual período de 2018.

Para as empresas que atuam no comércio internacional ou têm obrigações em dólar, ficar exposto ao vaivém do câmbio pode prejudicar os resultados. Uma solução para amenizar eventuais impactos no caixa é utilizar instrumentos de proteção contra oscilações do dólar (hedge cambial), que permite travar a cotação em um determinado valor.

Há uma série de possibilidades para fazer o hedge, disponíveis no Grupo Travelex Confidence. Para companhias importadoras, que sofrem com a alta da moeda, uma alternativa é o Câmbio Futuro de Importação. Neste tipo de operação, a empresa tem uma maior previsibilidade do fluxo de caixa ao definir, na contratação, a taxa de câmbio dos recursos que serão pagos no futuro.

Empresas de outros setores, como operadoras de turismo, transportadoras, administradoras de cartões de uso internacional e seguradoras, podem abrir uma conta corrente em moeda estrangeira (CCME) para a movimentação de remessas ao exterior, o recebimento e a compensação de cheques. Como os recursos na conta ficam em moeda estrangeira, estão protegidos das oscilações cambiais.

Assim como pessoas físicas, as jurídicas também podem comprar moeda em espécie aproveitando os momentos em que a cotação está mais interessante. Em todos as alternativas, há cobrança de taxas da corretora ou banco que intermedia a operação.

As empresas que preferem operar na Bolsa, no mercado futuro, podem negociar minicontratos de dólar – que permitem fixar a cotação da moeda numa data futura.

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Para operar esses tipos de contrato, é preciso pagar corretagem, depositar uma margem de garantia (equivalente a 15% da operação) e, se a variação do câmbio ultrapassar a margem de garantia, arcar com os ajustes diários. Na data de vencimento, a empresa não recebe o dólar físico, mas a diferença entre a cotação de fato e a que fixou no momento em que fechou a operação.

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