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SÃO PAULO – Os consumidores que utilizam serviços telefônicos fixo contarão com um tipo diferenciado de cobrança a partir de março deste ano. Isso porque os valores serão cobrados de acordo com o tempo da ligação (por minutos) e não mais por pulso.
No entanto, para que as pessoas saibam se a mudança será boa e em qual plano de franquia melhor se encaixam, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) obrigou as empresas a fornecerem aos usuários o perfil de assinantes, com tipo de ligação que costumam fazer e o tempo de duração de cada uma delas.
Opção por planos
Além da escolha de cobrança por tempo de ligação ou pulsos, o consumidor ainda poderá escolher um plano básico ou alternativo. “Para quem faz chamadas de curta duração, de até três minutos, o melhor plano será o básico. Se o consumidor usa muito a internet por meio discado, o melhor será o plano alternativo”, explica o conselheiro da Anatel, Jaime Ziller, de acordo com a Agência Brasil.
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De acordo com o conselheiro, as empresas têm até julho para implementar a mudança e já estão fazendo uma lista com cidades por onde começar. Nas cidades em que o retorno financeiro não é evidente, as empresas podem suspender a cobrança por minutos.
“Às vezes, o telefone serve para pouca gente, então o retorno desse investimento é pequeno. Nesse caso, a empresa só poderá cobrar assinatura básica. Onde não houver cobrança por minuto, a empresa não pode cobrar”, disse Ziller.
Adiamento
O Decreto 4733/03 previa a mudança na cobrança de pulsos para minutos no ano passado, mas as empresas e a Anatel adiaram a decisão para março deste ano.