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SÃO PAULO – A partir de 2018, a conta de energia elétrica residencial poderá ser calculada a partir do horário de consumo, estabelece a “tarifa branca” divulgada nesta quarta-feira (6) pela Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica).
Neste modelo tarifário, as três horas de maior consumo de energia na região da distribuidora terão preço mais alto – tais períodos são, no geral, final da tarde e início da noite.
A migração para a tarifa branca é opcional ao consumidor: a partir do ano que vem, todo o novo consumidor já terá a opção de ser cobrado pela tarifa branca; para os consumidores já conectados à rede, a opção de aderir à tarifa branca será disponibilizada aos poucos.
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Os consumidores que consomem mais de 500 kWh por mês serão os primeiros a poderem migrar para a taria branca; já os que consomem acima de 250 kWh, a opção será disponibilizada a partir de 2019; abaixo dessa faixa, será possível aderir à esse modelo somente a partir de 2020. Vale ressaltar que o consumo médio do brasileiro é de 160 kWh.
A ideia da implantação da tarifa branca é de baratear a conta para o consumidor: o sistema de energia elétrica é mais congestionado nos horários de pico e, por isso, tem custo real mais alto. Aderindo à tarifa branca, o consumidor poderá escolher quando utilizar energia a fim de economizar na conta.
Os horários de pico variam entre as distribuidoras de energia: de acordo com a Abradee, a Light e a Eletropaulo, por exemplo, têm horário de pico das 17h30 às 20h30.