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SÃO PAULO – Já pensou ir ao supermercado e poder pagar suas contas sozinho, sem precisar enfrentar aquela fila do caixa? Pois saiba que algumas máquinas de auto-pagamento, cada vez mais sofisticadas, já permitem esta realidade.
Em certas regiões dos EUA e do Canadá, por exemplo, tais máquinas têm sido implantadas por conta da falta de pessoal para exercer funções dentro das lojas, especialmente em cidades pequenas e isoladas. Ao invés de operar os caixas, alguns funcionários passaram a instruir os consumidores sobre o uso das máquinas.
Uso simples
Apesar da tecnologia usada nos aparelhos ser avançada, o uso é cada vez mais simples: basta o cliente passar as mercadorias por um scanner que lê os códigos de barras e pagar a soma com cartões de débito, crédito ou até dinheiro.
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No caso de itens como frutas, verduras e pacotes com várias unidades, os consumidores têm de digitar um código de 4 números. Nas máquinas mais modernas, há monitores que funcionam a base de toque e possuem fotos de todos as mercadorias da loja e seus códigos.
E para os varejistas que querem usar racionalmente a área útil da loja, existe a vantagem das máquinas de auto-pagamento ocuparem pouco espaço, o que garante mais lugar para a exibição de mercadorias.
Outra facilidade testada nesses equipamentos são antenas que desativam as etiquetas inteligentes na saída da loja, o que aumenta a segurança do consumidor e do comerciante.
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Novas tecnologias
Outra tendência para essas máquinas é o uso de etiquetas com microtransmissores de rádio (RFIDs) nas mercadorias, o que permite que o pagamento seja feito sem contato algum, bastando que o cliente passe com o carrinho pelo sensor para que a tela exiba o preço total da compra.
Além disso, tecnologias de pagamento biométrico estão sendo testadas nessas máquinas: além de registrar a compra sem a necessidade de contato, o cliente pode autorizá-la com apenas um toque de impressão digital.
E quem pensa que as inovações demorarão anos para chegar até os consumidores, aí vai uma surpresa: os especialistas acreditam que nos próximos cinco anos a maior parte das grandes redes de varejo adotará alguma forma de auto-pagamento em suas lojas.
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Com informações do Diário do Comércio, periódico da Associação Comercial de São Paulo.