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SÃO PAULO – Se o operador de telemarketing da empresa de telefonia que presta serviços a você está quase lhe convencendo a aderir a planos alternativos com cobrança de minutos, em vez de pulso, vá com calma. O melhor a fazer, segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), é avaliar qual o seu perfil de consumo.
Antes de decidir, peça à companhia um extrato detalhado da sua conta dos últimos dois meses. Só conhecendo a fundo como e com o que você gasta é possível contratar um serviço compatível às suas necessidades.
Tiro no escuro
A associação explicou por meio de nota que aderir a determinados produtos ultimamente é um tiro no escuro. O motivo é a presença de outros serviços embutidos no pacote oferecido, como banda larga para acesso à internet e até TV a cabo.
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“O consumidor poderá desembolsar mais do que atualmente”, alertou a Pro Teste. Com exemplo ficou o caso de planos que não acumula minutos que não foram utilizados mas, quando o cliente extrapola em um mês o acordado, há cobrança diferenciada.
Para quem quer economizar, a entidade dá uma dica: controle o uso. A chave é reeducar os hábitos de acordo com o poder de consumo.
Planos
Quando vigorar as mudanças de tarifação para minutos haverá a oferta do Plano Básico Obrigatório para quem faz ligações curtas, de até três minutos. E o Plano Alternativo de Serviços de Oferta Obrigatória (Pasoo), que deverá servir para quem usa mais o telefone fixo e quer maior variedade de serviços.
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Mas a falta de quorum no conselho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou para 2007 a aprovação do Pasoo.