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SÃO PAULO – Em novembro, de acordo com o INC (Índice Nacional de Confiança) divulgado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) nesta segunda-feira (8), os consumidores ainda demonstram se sentirem pouco à vontade para comprar um carro ou uma casa.
A média dos que disseram se sentir muito menos à vontade alcançou 46 pontos no penúltimo mês de 2008, contra 40 atingidos em outubro. Já a média dos que disseram estar muito mais à vontade para realizar este tipo de aquisição agora do que há seis meses ficou em 31 pontos em novembro, mantendo-se quase estável em relação à registrada um mês antes, de 32 pontos.
Compras menores
Ainda segundo o estudo, o INC dos consumidores que se mostraram muito menos à vontade para realizar compras menores, como a de um fogão ou uma geladeira, cresceu dois pontos, ficando em 34 pontos no mês de novembro, contra 32 em outubro.
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Em contrapartida, a média dos brasileiros que afirmaram se sentir muito mais à vontade para comprar esse tipo de produto agora do que há seis meses manteve-se inalterada nos 44 pontos.
Região e classe social
Ao considerar as compras maiores, como as de um carro ou casa, a pesquisa aponta que a classe social que se mostrou mais à vontade foi a AB, com 31% das respostas, contra 27% da C e 26% da DE. A região Nordeste apresentou 8% da população declarando estar muito mais à vontade com as compras maiores. Sul e Norte/Centro-Oeste ficaram com 4% cada. Na região Sudeste, o índice foi de 1%.
No caso dos itens para a casa, como fogão e geladeira, a maior disposição também veio da classe AB (47%). Na C, ela foi de 45%, e na DE, de 40%. Por região, Norte/Centro-Oeste apresentou o maior percentual de pessoas muito mais à vontade para realizar este tipo de aquisição: 15%.
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Gastos com prestações
Por fim, o levantamento realizado pela Ipsos Public Affairs com mil pessoas revela que a média de gastos dos consumidores com prestações/crediários caiu entre o décimo e o décimo primeiro mês de 2008, ficando em R$ 70.
Na comparação com novembro do ano passado, quando a média de gastos com prestações/crediários era de R$ 81, também houve queda, de 13,58%.