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SÃO PAULO – O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor), divulgado nesta segunda-feira (9) pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), caiu para 150 pontos em abril, ante os 157 pontos registrados no mês anterior.
Já em relação a abril de 2010, o índice não variou. Lembrando que o estudo aponta otimismo quando o indicador está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.
“Embora tenha havido uma queda no INC de abril, a confiança do consumidor se mantém num patamar elevado. Essa confiança, no entanto, poderá cair, se a inflação persistir alta por um período mais longo”, explicou o presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), Rogério Amato.
Destaques
Os consumidores das regiões Norte/Centro-Oeste passaram a ser os mais otimistas, após alta de um ponto no índice, que passou de 173 pontos em março, para 174 pontos no mês passado. Em seguida, aparecem a região Sudeste, que caiu três pontos, passando de 159 pontos para 156, na mesma base comparativa.
Já a região Sul perdeu 31 pontos, marcando 155 pontos, contra 186 em março. A região Nordeste, por sua vez, continua sendo a menos otimista, com 132 pontos em abril, quatro a menos que os 136 pontos verificados um mês antes.
Na análise por classes sociais, a C aparece como a mais confiante, com 161 pontos, ante os 163 pontos de março. Em segundo lugar, estão os consumidores da classe A/B, que registraram 144 pontos, contra os 152 de março. A classe D/E ficou com 131 pontos em abril, contra os 137 pontos registrados no mês anterior.
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Expectativas para o futuro
A parcela de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses ficou em 43% em abril, dois pontos percentuais abaixo do registrado em março. O índice das que acreditam que a economia local estará mais fraca ficou estável em 9%.
Por fim, o percentual das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará um pouco ou muito melhor daqui a seis meses caiu três pontos percentuais, para 52%. A parcela dos que consideram que ela estará pior ou muito pior subiu dois pontos percentuais, registrando 9% em abril.