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SÃO PAULO – A confiança do consumidor em relação à situação econômica do País aumentou 0,9% entre junho e julho, passando de 101,0 para 101,9. É o que mostra o Índice de Confiança do Consumidor, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado nesta quarta-feira (26).
O resultado foi influenciado pela melhora das expectativas presentes e futuras. O Índice de Expectativas passou de 100,9 para 101,6 e o Índice da Situação Atual, composto por dois quesitos integrantes da pesquisa, subiu de 101,2 em junho para 102,7 este mês.
Expectativas
A avaliação dos consumidores em relação à situação financeira da família melhorou no sétimo mês do ano: a parcela dos que afirmam que ela é boa elevou-se de 17,1% em junho para 18,4% em julho, enquanto as pessoas que a consideram ruim diminuíram de 16,9% para 15,5%.
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Em relação ao futuro, houve aumento na parcela de pessoas que prevêem comprar mais bens duráveis nos próximos meses. Em junho, 8,2% dos entrevistados previam comprar mais bens duráveis no período; em julho, esse nível subiu para 9,6%.
Além disso, 30,5% dos consultados em julho pretendem comprar menos nos próximo semestre, contra os 34,8% um mês antes.
Sobre a pesquisa
A Sondagem de Expectativas do Consumidor leva em consideração os seguintes quesitos: situação econômica do País, da família, orçamento doméstico, grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor. O levantamento foi realizado entre os dias 01 e 22 de julho, junto a dois mil domicílios em sete principais capitais brasileiras.