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SÃO PAULO – A confiança do consumidor em relação à situação econômica do País ficou estável entre agosto e setembro, passando de 109,3 para 109. É o que mostra o Índice de Confiança do Consumidor, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (25).
No período, o resultado foi influenciado pela piora das expectativas presentes e pela melhora das expectativas para os próximos meses. O Índice da Situação Atual caiu de 109,6 para 104,8 (-4,4%) e o Índice de Expectativas foi de 109,1 para 111,3 (+2%).
Situação local e gastos
A avaliação dos consumidores em relação à situação econômica local, por sua vez, piorou: a parcela dos que afirmam que ela é boa manteve-se em 11,4%, enquanto que o total de pessoas que a consideram ruim subiu de 36% em agosto para 42,1 este mês%.
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Por outro lado, a intenção de compra de bens duráveis continuou avançando, pelo quarto mês consecutivo. A proporção dos que prevêem gastar mais nos próximos meses foi de 15,4% para 18%, a maior desde janeiro de 2006, e a dos que pretendem gastar menos caiu de 31% para 29,4%.
Sobre a pesquisa
A Sondagem de Expectativas do Consumidor leva em consideração os seguintes quesitos: situação econômica do País, da família, orçamento doméstico, grau de dificuldade de encontrar trabalho e intenções de compras de bens de alto valor.
O levantamento foi realizado entre os dias 31 de agosto e 20 de setembro em mais de dois mil domicílios nas sete principais capitais brasileiras.