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SÃO PAULO – Do valor pago todo mês pelos moradores, referentes às despesas com o condomínio, 40% é destinado à folha de pagamento dos funcionários.
De acordo com levantamento da Lello, empresa de administração de condomínios no Estado de São Paulo, 25% do valor arrecadado refere-se a gastos com água, luz e gás. A manutenção geral com elevadores, extintores, instalações elétricas e outros serviços consomem 15% do valor do condomínio.
Despesas administrativas, como pagamento da empresa administradora, banco, seguros e impostos, consomem outros 15%, ao passo que os 5% restantes vão para o fundo de reserva do condomínio.
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Diminuindo as despesas
De acordo com Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello Condomínios, é possível diminuir estes custos. No caso da folha de pagamento dos funcionários, por exemplo, ela aconselha a contratação de folguistas para cobrir eventuais horas extras dos funcionários.
Além disso, é preciso atentar para o que é de fato necessário gastar com o condomínio e eliminar eventuais “gorduras” no orçamento. No entanto, Angélica lembra que economia a qualquer preço pode sair caro.
“Uma reforma barata, porém mal feita, pode gerar problemas estruturais e, consequentemente, novos gastos ao condomínio”, alerta.