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SÃO PAULO – Após registrarem a primeira e única alta do ano, em junho, os preços do comércio on-line voltaram a cair em julho, com variação negativa de 3,68%, segundo indica o e-flation, apurado pelo Provar (Programa de Administração de Varejo), instituição ligada à FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo).
No sétimo mês do ano passado, o índice havia verificado inflação de 0,8%. Já no mês de junho de 2005, o aumento médio de custos tinha chegado a 2,54%. Considerando-se a soma dos últimos doze meses, o comércio on-line acumula deflação de 10,3%.
Brinquedos têm maior deflação
O resultado de julho é conseqüência da retração de preços verificada em cinco categorias de produtos englobados pelo e-flation. A maior deflação ocorreu no grupo de Brinquedos (-12,91%), que foi seguido pelas categorias de Eletroeletrônicos (-12,77%), Telefonia (-8,65%), Viagem e Turismo (-8,02%) e Linha Branca (-0,27%%).
Vale destacar que o segmento de eletroeletrônicos possui a maior participação na composição do índice, com 16,14% do total.
Apesar do e-flation de julho ter registrado variação negativa, a pesquisa do Provar constatou inflação em cinco grupos de produtos. Os Livros (150,85%) apresentaram a alta mais significativa, e as demais elevações de custos foram: Perfumaria (12,88%), CDs e DVDs (4,98%), Produtos para Casa (3,08%) e Informática (2,44%).
Inflação do carro é de 0,21%
Para calcular o e-flation, o Provar considera os produtos mais adquiridos pelos consumidores on-line, identificados em pesquisas sobre expectativas de consumo na internet. Esta cesta de itens, no entanto, não inclui automóveis, já que o comportamento inflacionário destes bens é acompanhado à parte.
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Ao se considerar apenas os veículos, a sondagem aponta uma inflação em julho de 0,21%.
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