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SÃO PAULO – Apesar dos inegáveis avanços da robótica em todo o mundo, a chamada inteligência artificial, ou seja, a capacidade de os andróides pensarem por si próprios, ainda é um desafio.
É nesse sentido que empresas e cientistas alemães, suíços, franceses e portugueses que participam do Integrated Research Project, programa patrocinado pela União Européia, estão trabalhando.
Máquinas autônomas
Segundo eles, os robôs que não têm uma linha de raciocínio próprio não serão capazes de realizar qualquer tarefa se por algum motivo não tiverem acesso a um banco de dados ou a algum tipo de controle pré-programado.
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O objetivo do projeto é, então, desenvolver máquinas autônomas, que consigam reagir a eventuais mudanças de situações assim como nós, humanos. Desta forma, passariam a contar com a capacidade de lidar com informação incompleta, interpretar dados, reconhecer e analisar o ambiente à sua volta e adquirir conhecimento específico para cada contexto, sendo, portanto, capazes de responder melhor às mudanças.
Esse não é o único projeto científico nesse sentido. No Japão, por exemplo, testes já mostraram robôs que conseguem acumular conhecimento e se comunicar.