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SÃO PAULO – O preço da cesta básica de São Paulo teve alta de 4,09% em julho deste ano, frente ao mês imediatamente anterior. A cidade tem a segunda cesta básica mais cara do País, de acordo com pesquisa realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e divulgada nesta segunda -feira (6).
No sétimo mês do ano, os paulistanos pagaram R$ 99,36 para comprar os produtos essenciais. Já no acumulado dos sete primeiros meses do ano, a alta foi de 7,98% e, em 12 meses, acumula alta de 13,67%.
Quedas e altas
Em julho deste ano, dos 13 itens que compõem a cesta de São Paulo, oito apresentaram acréscimo: leite (0,38%), arroz (1,49%), tomate (37,21%), pão (1,24%), café (0,37%), banana (2,66%), açúcar (0,46%) e óleo (1,89%).
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Por outro lado, foram observadas quedas no preço da carne (-0,06%), do feijão (-2,48%), farinha (-2,24%), batata (-1,88%) e manteiga (-0,77%).
Jornada de trabalho
De acordo com o estudo, para quem ganha salário mínimo foi preciso trabalhar 105 horas e 54 minutos em julho para adquirir a cesta básica em São Paulo. Em junho, a mesma compra necessitava de um tempo de trabalho ligeiramente menor, de 101 horas e 44 minutos
Em julho deste ano, o percentual do salário mínimo líquido comprometido com a compra da cesta correspondeu a 52,32%, contra 43,98 de junho.