Chuvas em São Paulo

Ceagesp tem prejuízo de R$ 24 milhões com enchentes do dia 10 de fevereiro

O entreposto permaneceu fechado nesta terça-feira para limpeza e contabilização dos prejuízos.

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(Paulo Pintio/FotosPublicas) Chuva para São Paulo
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SÃO PAULO – Cerca de 7 mil toneladas de alimentos, entre frutas, legumes e verduras, deixaram de ser comercializadas na segunda-feira, 10, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo (Ceagesp) por causa da inundação no local, provocada pelas fortes chuvas na capital paulista. De acordo com nota da Ceagesp, o prejuízo com perdas pode ter alcançado cerca de R$ 20 milhões, além de mais R$ 4 milhões com vendas não realizadas.

Nesta terça-feira, 11, o entreposto permaneceu fechado para limpeza e contabilização dos prejuízos.

As tradicionais feiras de flores e de pescados, realizadas todas as terças-feiras, foram canceladas. Além disso, o varejão de quarta-feira, que normalmente ocorre no pátio do portão 7, ainda não tem previsão para voltar a abrir.

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Conforme o diretor presidente da Ceagesp, Johnni Hunter Nogueira, uma força-tarefa foi montada para monitorar o mercado 24 horas, com trabalhos de fiscalização e segurança, a fim de inibir a comercialização ilegal de mercadorias e prevenir possíveis casos de contaminação alimentar.

“Todos os alimentos contaminados ou que tiveram contato com as águas das enchentes estão sendo recolhidos para serem devidamente descartados, por questões de segurança alimentar”, diz a nota do entreposto.

Além disso, o Banco Ceagesp de Alimentos cancelou temporariamente o recebimento e a doação de frutas, legumes e verduras provenientes do mercado, devendo retomar as atividades com a normalização do abastecimento no entreposto.

A Ceagesp colocou, ainda, à disposição da população os telefones (11) 3643-3825 e 3643-3824 e o e-mail cqh@ceagespo.gov.br para prestar esclarecimentos e sanar dúvidas em relação à segurança dos alimentos.

“Sobre as especulações a respeito de um possível desabastecimento ou aumento nos preços, a Companhia acredita que tais boatos são infundados e que assim que a comercialização no mercado volte a funcionar, tudo isso também voltará ao seu ritmo normal”, reforça a Ceagesp.

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