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SÃO PAULO – A Pesquisa Nacional de Consumo das Famílias, feita pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostrou que o brasileiro continua mais pessimista em relação à sua renda.
Apesar da queda de 0,9% na variação mensal e 1,1% na anual o índice se manteve estável em 144,8 pontos em outubro. Em setembro esse valor foi de 146,1. Dos 18.000 questionários respondidos em todas as unidades federativas do País, 55,3% disseram que a renda atual está melhor e apesar de um otimismo menor, apenas 10,5% contaram que a renda está pior e 33,7% não sentiram diferença em relação a 2011.
A CNC relatou na pesquisa que mesmo no campo positivo acima de 100, o nível cada vez menor de crescimento dos ganhos reais vem comprometendo a elevação da confiança das famílias nos últimos meses.
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Crédito
Na comparação mensal o quesito “acesso ao crédito” também foi de recuo. Em outubro o índice foi de 142,8, registrando quedas de 2% em relação a setembro e 2,4% em relação a outubro do ano passado.
A CNC informou que 60,4% dos entrevistados relataram que o acesso ao crédito está mais fácil e 17,7% disseram que estão com mais dificuldades em contratá-lo.
Consumo
O nível de consumo atual seguiu a queda dos demais quesitos do índice geral de consumo das famílias e ficou em 110 pontos. Sendo assim, 37,2% dos entrevistados disseram que estão com um nível maior de consumo e 34,9% afirmaram não haver variação em relação ao ano passado.
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Lembrando que o índice atinge um máximo de 200 pontos, sendo que acima de 100 representa satisfação.