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SÃO PAULO – O Brasil ocupa hoje a sexta colocação no ranking dos países com maior número de internautas. Além disto, as perspectivas para o segmento são bastante favoráveis, pelo menos é o que sugere um estudo da consultoria Nielsen/NetRatings.
EUA liderou crescimento
O levantamento da consultoria constatou que o número de internautas a nível mundial aumentou cerca de 4% no ano passado, ao subir de 563 milhões para algo em torno de 580 milhões.
Como era de se esperar o maior crescimento foi registrado nos EUA, onde o número de internautas cresceu em cerca de 9,7 milhões no ano passado, o que representa cerca de 42% do total de novos internautas a nível mundial.
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Dentre as surpresas do levantamento está a constatação de que a Espanha ficou com a segunda colocação no ranking de países que registraram maior número de novos internautas no ano passado. Segundo o levantamento, em 2002, o número de internautas espanhóis aumentou em cerca de 6,9 milhões. Em seguida ficaram mais três países europeus, a Alemanha (3,1 milhões), o Reino Unido (2,4 milhões) e a Itália (2,3 milhões).
Brasil ficou com sexta colocação
Ocupando a sexta colocação o Brasil também se destacou como um dos países de bom potencial de crescimento do número de usuários da web ao registrar um aumento de 2,1 milhões de internautas no ano passado. Como o total de internautas no país era de 19,1 milhões no final de 2002, isto equivale a uma taxa de crescimento em relação ao ano anterior de 12,35%.
Além disto, o Brasil foi apontado no estudo como tendo um dos melhores potenciais de crescimento, visto que segundo a consultoria, a expectativa é de que 18% de todos os usuários domésticos de telefone no país devem entrar na web este ano.
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EUA lidera uso doméstico da web
Os EUA também ocupam a liderança no que se refere ao uso da internet em casa, com cerca de 168,1 milhões de usuários domésticos, o que equivale a 29% da população de usuários domésticos a nível mundial.
Em seguida ficaram a Europa, com 135,3 milhões de usuários domésticos, com o equivalente a 23% do total de usuários domésticos a nível mundial, seguida pela Ásia/Pacífico com 75,5 milhões de usuários domésticos (13%) e finalmente pela América Latina, que conta com 14,3 milhões de usuários deste tipo (2%).