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SÃO PAULO – O Brasil já é o sexto maior remetente de spam do mundo, sendo responsável por 4,1% de todas as mensagens não-solicitadas que circulam na rede.
A constatação é de um estudo divulgado pela Sophos, fabricante de programas antivírus para o mercado corporativo. O Brasil aumentou significativamente sua participação, já que, em 2006, ocupava a nona posição do ranking – sendo responsável por 3,1% das mensagens indesejáveis.
De acordo com a pesquisa, os Estados Unidos são o país que mais produz lixo virtual, enviando 19,6% dos spams do mundo. Em segundo lugar, aparece a China, com 8,4%, e em terceiro, a Coréia do Sul, responsável por 6,5% dos e-mails.
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Confira o ranking de envio de spams:
| Posição | País | % |
| 1º | Estados Unidos | 19,6 |
| 2º | China | 8,4 |
| 3º | Coréia do Sul | 6,5 |
| 4º | Polônia | 4,8 |
| 5º | Alemanha | 4,2 |
| 6º | Brasil | 4,1 |
| 7º | França | 3,3 |
| 8º | Rússia | 3,1 |
| 9º | Turquia | 2,9 |
| 10º | Reino Unido | 2,8 |
Crescimento
O número de spams – principal forma de disseminação de pragas virtuais – cresceu 9% no segundo trimestre do ano, quando comparado ao mesmo período do ano anterior.
Segundo a Sophos, o crescente número de PCs nos Estados Unidos e na Europa combinado com o aumento de provedores baratos que não tomam medidas preventivas são os principais responsáveis pela forte presença dessas localidades no ranking global de spam.