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SÃO PAULO – A CG 125 da Honda foi a moto mais roubada ou furtada no Brasil, no primeiro semestre do ano.
O modelo responde por 31,90% das 40.911 motocicletas roubadas ou furtadas do País, segundo pesquisa realizada pela CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais), com base nos dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).
Em seguida, aparecem os modelos CG 150 e CBX, também da Honda, que correspondem a 18,56% e 9,83% dos roubos e furtos no semestre como pode ser observado na tabela abaixo:
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| 10 motocicletas mais roubadas | |
|---|---|
| Marca/modelo | % |
| Honda CG 125 | 31,90% |
| Honda CG 150 | 18,56% |
| Honda CBX | 9,83% |
| Honda C100 | 5,94% |
| Yamaha YBR | 5,71% |
| Honda NXR 150 | 3,57% |
| Honda BIZ | 3,34% |
| Suzuki JTA | 2,86% |
| Honda XR | 2,82% |
| Honda NX-4 | 2,46% |
| Outros | 13% |
| Fonte: CNSeg | |
Cidades
Das dez cidades onde há maior quantidade de motocicletas roubadas ou furtadas, três são do estado de São Paulo. Em primeiro lugar da lista aparece a capital paulista, onde ocorreram 15,94% do total de roubos e furtos do Brasil.
Em segundo lugar aparece Salvador (2,97%), seguido por Rio de Janeiro (2,59%), Fortaleza (1,99%), Brasília (1,40%), Ribeirão Preto (1,39%), Goiânia (1,36%), Manaus (1,34%), Belo Horizonte (1,31%) e Guarulhos (1,04%). Outras localidades somaram 68,60% dos roubos e furtos no primeiro semestre do ano.
Recuperação
Do total de motos roubadas ou furtadas (40.911), 40,4% foram recuperadas. Entre os 26 estados mais o Distrito Federal, apenas seis apontaram índice de recuperação superior a 50%.
O estado do Mato Grosso do Sul foi o que apresentou o maior índice de recuperação de motos no primeiro semestre, de 62,89%. Santa Catarina vem em segundo lugar, com 62,39%, seguida por Rio Grande do Sul (61,37%), Espírito Santo (61,10%), Rondônia (51,94%) e Goiás (50,21%).
Já entre os piores índices ficaram os estados da Bahia (21,76%), Maranhão (25%), Acre (28,81%) e Sergipe (29,51%).
Seguro
O custo de uma apólice de seguro para motos varia de 20% a 30% do valor do veículo, podendo ultrapassar este percentual, no caso das motos de baixa cilindrada.
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Para se ter uma ideia do quão elevado é este valor, no seguro de automóvel, o preço da apólice fica em torno de 5% a 8% do valor do veículo.
De acordo com o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros), Mário Sérgio de Almeida, dentre os motivos para que o seguro de motocicletas seja alto, está o grande número de roubos e acidentes envolvendo este tipo de veículo, já que o seguro é baseado na sinistralidade.
Para tentar baratear o valor do seguro, o motociclista pode instalar um rastreador, que geralmente, segundo Almeida, diminui em torno de 10% o custo da apólice.