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SÃO PAULO – Na última sexta-feira (23) e no sábado(24), a prefeitura de São Paulo, em parceria com a universidade Unifesp e o Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo), deu continuidade às blitze “Beber e Dirigir para a Cidade de São Paulo” pedagógicas.
Cerca de 550 pessoas realizaram o teste do bafômetro em áreas com grandes concentrações de bares, restaurantes e casas noturnas na Zona Sul e Zona Norte da cidade.
O objetivo era avaliar o índice de teor alcoólico dos condutores e, por não punir os motoristas, o nível de rejeição esteve abaixo do esperado. Os dados vão mostrar como lidar com esse tipo de problema em benefício da segurança da população.
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Pesquisa
Em novembro do ano passado, cerca de 18% dos motoristas haviam ingerido álcool acima do aceitável.
O secretário executivo, José Florentino, do Conselho Municipal de Drogas e Álcool de São Paulo (Comuda), disse que ainda é cedo dizer o resultado da pesquisa deste ano.
Florentino acredita que, quando chegarem à meta de 2.500 carros da pesquisa, o número de pessoas com o teor alcoólico alto deverá cair.
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Mudanças na legislação
Com os dados da pesquisa, será possível ajustar as políticas públicas e promover eventuais mudanças na legislação para reverter o alto número de condutores alcoolizados.
Estima-se que até 50% dos acidentes de trânsito têm alguma relação com consumo alcoólico.
A pesquisa terá continuidade em mais dois fins de semana, nas regiões Oeste, Sul e Leste. Os resultados de São Paulo e outros estados serão apresentados em março em um evento organizado pela prefeitura.