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SÃO PAULO – Investindo na praticidade, conforto e conveniência de seus clientes, as instituições financeiras estão tentando evoluir para criar alternativas às tradicionais agências bancárias.
O objetivo é cativar o cliente que já não freqüenta a agência, e sim prefere realizar suas transações de casa ou do trabalho, sem precisar enfrentar filas e perder tempo.
Atendimento on-line
De acordo com dados da Febraban – Federação Brasileira de Bancos -, em 2000 a internet era responsável por apenas 4% das transações bancárias realizadas por correntistas pessoa física. Em 2004 esse número subiu para 13% e a estimativa é de que, em 2005, a parcela tenha alcançado 15%.
Do outro lado, as transações feitas na boca do caixa caíram consideravelmente no mesmo período. Em 2000, a prática era feita por 20% dos correntistas. Em 2004 a participação caiu para 12% e hoje não passa de 10%.
Segundo o consultor da Febraban, Luís Marques de Azevedo, em entrevista ao Diário do Comércio, órgão oficial da Associação Comercial de São Paulo, o aumento do número de internautas e de computadores instalados em residência, além da chegada à idade adulta de adolescentes que cresceram na era da internet, são os fatores que mais contribuem para essa expansão da rede mundial.
Participações
Nos grandes bancos do varejo nacional, as transações on-line já ultrapassam a média de participação no atendimento, registrada pela Federação.
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No Banco do Brasil, o canal on-line representa 30% do volume de atendimentos. A expectativa é de aumento, já que, atualmente, apenas 6 milhões dos 22 milhões de clientes do banco possuem a senha do internet banking da instituição.
A Caixa conta com 3,8 milhões de contas cadastradas no internet banking. Destas, 76,5% são acessadas ao menos uma vez por mês.
Novidade
Uma alternativa à internet são os celulares. O Banco do Brasil lançou, recentemente, o mobile banking, que possibilita que seus correntistas acessem a conta pelo celular.
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De acordo com a Febraban, como a inovação deve concorrer diretamente com o internet banking, a tendência é que as outras instituições utilizem a tecnologia em breve, já que os canais de atendimento eletrônico são, cada vez mais, o grande foco do mercado.
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