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SÃO PAULO – Os baixos níveis de desemprego em conjunto com o fortalecimento do mercado interno são os fatores fundamentais que permitem o Brasil lidar com a crise que vem abalando, principalmente, os Estados Unidos e os países da Europa. Segundo a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, “o cenário nos preocupa, mas não nos amedronta”.
Em apresentação realizada nesta quarta-feira (27) no Palácio do Planalto, durante a cerimônia de anúncio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), tanto a presidente quanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reforçaram a visão do governo de que o Brasil não será nem está sendo tão afetado pela crise internacional.
Dilma reconheceu que a situação externa afeta o país, principalmente por reduzir as exportações. No entanto, o governo tem condições de administrar essa questão se voltando ao mercado interno, atendendo a demanda reprimida. As medidas de estímulo à indústria também estão sendo essenciais para driblar a crise.
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Baixos níveis de desemprego ofuscam crise
Mantega, por sua vez, ressaltou que “a população não está se defrontando com essa crise internacional porque estamos gerando emprego para toda a população brasileira. E a massa salarial do mês de maio cresceu 4,9% devido ao aumento das pessoas empregadas”.
Ainda, ressaltou que o “PIB (Produto Interno Bruto) vai ser maior que 2,5% este ano, o crédito está aumento e as taxas de juros diminuindo, isso gera um grande estímulo à economia”. “É um equívoco achar que a economia brasileira está em um patamar baixo”, pontuou Mantega.
“O Brasil será um dos países que resistirá a essa crise, pois escolhemos um modelo de desenvolvimento que repousa sobre a força da economia brasileira, do mercado interno brasileiro, dos empresários brasileiros e aquela força dos trabalhadores e trabalhadoras desse país; Temos mecanismos para enfrentas a crise e vamos usá-lo”, finalizou a presidente Dilma.