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SÃO PAULO – A cidade mais cara do mundo para se viver é Singapura, segundo um estudo realizado pelo Economist Intelligence Unit, divisão de pesquisa e análise do grupo The Economist. Entre as dez primeiras do ranking, cinco delas estão localizadas na Ásia.
Em segundo lugar na lista aparece Hong Kong, que é seguida por Zurique, na Suíça – a cidade com o maior custo de vida da Europa. Tóquio e Osaka, ambas no Japão, ficaram em quarto e quinto lugar, respectivamente, seguidas por Seul, na Coreia do Sul. Genebra, na Suíça e Paris empataram em sétimo lugar, enquanto Nova York e Copenhagen empataram na 9ª posição.
O estudo atribuiu nota às cidades de acordo com os custos para comprar itens básicos em supermercados e em lojas, considerando o valor de comidas, bebidas, roupas, lazer e entretenimento, assim como o custo para se ter um carro (incluindo preços de gasolina). A pesquisa também analisou despesas fixas dos cidadãos, como valor de aluguel, contas, escolas privadas e ajuda doméstica, como diarista.
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Almaty, situada no Cazaquistão, por outro lado, é a cidade mais barata do mundo para se viver, ficando com a 133ª e última posição, abaixo de Lagos, na Nigéria, Bangalore (Índia), Carachi (Paquistão) e Argel (Argélia).
Segundo o relatório, a pequena desvalorização do dólar contribuiu para que Nova York ficasse mais abaixo no ranking e fez com que muitas cidades estadunidenses ficassem fora da lista. Além disso, a ausência de muitas cidades caras da China deve-se ao fraco desempenho do consumo nos últimos tempos, somado à uma desvalorização da moeda local.
Confira, abaixo, as 10 cidades mais caras do mundo para se viver:
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| Cidade | País |
| 1. Singapura | Singapura |
| 2. Hong Kong | Hong Kong |
| 3. Zurique | Suíça |
| 4. Tóquio | Japão |
| 5. Osaka | Japão |
| 6. Seul | Coreia do Sul |
| 7. Genebra | Suíça |
| 7. Paris | França |
| 9. Nova York | Estados Unidos |
| 9. Copenhagen | Dinamarca |