Apple revela que Face ID não funciona em 6 casos – e quando ele não deve ser usado

A tecnologia faz parte do iPhone X e foi lançada no dia 12 de setembro, junto com os demais smartphones da empresa 

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SÃO PAULO – Um dos diferenciais do iPhone X em relação aos iPhones 8 e 8 Plus é o Face ID, recurso que substitui o Touch ID e permite o desbloqueio do smartphone com reconhecimento facial. Segundo a Apple, esta é a tecnologia mais segura para desbloqueio, com chances de o sensor ser enganado de apenas 1 em um milhão.

Apesar disso, a Apple informou nesta semana que existem seis casos em que o recurso não funcionará, fazendo com que o usuário digite uma senha de desbloqueio, tal como aconteceu no evento de lançamento do iPhone X.

Os casos são: se o dispositivo acabou de ser ligado; se o aparelho não foi desbloqueado nas últimas 48 horas; se a senha não foi usada para desbloquear o celular nas últimas 156 horas e o Face ID não foi usado nas últimas 4 horas; se o celular recebeu um comando remoto para bloqueio; depois de cinco tentativas sem sucesso de reconhecer um rosto; e após iniciar o processo de desligar o dispositivo.

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Além dessas informações, a Apple também revelou, em página criada unicamente para informar sobre o Face ID, que a tecnologia será capaz de detectar e validar mudanças em seu rosto ao longo do tempo, como barba.

A Apple não recomenda o uso do Face ID caso os donos do smartphone sejam: gêmeos, irmãos que se pareçam com você ou crianças menores de 13 anos – neste último porque “as diferenças das características faciais ainda não se desenvolveram”. Segundo a empresa, a probabilidade de fraude neste caso é maior do que de 1 para 1 milhão.