Anvisa reforça proibição de venda e uso de termômetros de mercúrio em todo o país

Agência também vetou o uso do esfigmomanômetro com mercúrio, aparelho usado para aferição de pressão arterial

Equipe InfoMoney

Mulher e homem idosos seguram termômetro (Vlada Karpovich/Pexels)
Mulher e homem idosos seguram termômetro (Vlada Karpovich/Pexels)

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O termômetro e o esfigmomanômetro – aparelho que mede a pressão arterial, composto tradicionalmente por uma bolsa inflável, uma braçadeira e um manômetro, uma espécie de relógio medidor – com coluna de mercúrio foram oficialmente proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A proibição consta em uma resolução da agência publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (24).

O veto, porém, está vigente no Brasil desde 2019. Naquele ano, a Anvisa explicou que a proibição era em virtude da Convenção de Minamata, assinada pelo Brasil em 2013, que buscava eliminar o uso do mercúrio em equipamentos de saúde.

A decisão da agência reguladora publicada nesta terça faz parte de um processo de revisão da norma, em um processo padrão da Anvisa.

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A agência proibiu a fabricação, importação e comercialização, assim como o uso em serviços de saúde, dos termômetros e esfigmomanômetros com coluna de mercúrio em todo o território nacional.

Segundo a definição da Anvisa, os produtos vetados “possuem uma coluna transparente, contendo mercúrio em seu interior, com a finalidade de aferir valores de temperatura corporal e pressão arterial (no caso do esfigmomanômetro), indicados para uso em diagnóstico em saúde”.