Publicidade
SÃO PAULO – A escola estadual de São Paulo, Waldemar Salgado, venceu a etapa brasileira do First Robotic Competition e irá para Atlanta, no Estados Unidos. A unidade de ensino fica na cidade de Santa Branca, no Vale do Paraíba.
Os 25 estudantes que formavam a equipe White Hurricane entraram na competição em janeiro, quando receberam instruções da Nasa para criar um robô que pudesse executar determinadas tarefas, como percorrer uma arena.
“O empenho dos estudantes foi enorme. Muitas vezes ficaram à noite e até de madrugada na escola”, afirma a diretora, Iraci Siqueira.
InfoMorning
Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Outros robôs
Mas os alunos brasileiros não são os únicos a desenvolver robôs. Na Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, um professor e um aluno criaram essas máquinas em formas de blocos pequenos para serem utilizados por crianças.
Chamada de roBlock, a invenção magnética pode ser usada para brincadeiras e para montar outros robôs, mais complexos. Basta que a criança encaixe os 19 blocos uns nos outros.
Os cubos estão separados em quatro categorias: sensores, estimuladores, lógicos e úteis. Os cinco blocos sensores são responsáveis por detectar luz, som, toque, movimento e distância.
Continua depois da publicidade
Já o estimulador cria movimento, luz e som, de acordo com o estimulo que lhe é transmitido pelos sensores. Os blocos úteis fornecem energia e os lógicos, que também são cinco, permitem que as crianças escolham a forma como os robôs irão responder aos estímulos.
Todos os roBlocks foram feitos manualmente pelos criadores, porém, eles agora estão em busca de uma produção em massa e pretendem disponibilizar a invenção no mercado americano até dezembro deste ano.