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SÃO PAULO – As locações residenciais em São Paulo registraram ligeira alta de 0,4% em janeiro, na comparação com o mês anterior. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a elevação é de aproximadamente 4%. Os dados fazem parte da pesquisa mensal realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), divulgada nesta quarta-feira (08).
Valor dos aluguéis
De acordo com o estudo, o valor do aluguel dos imóveis de 2 dormitórios foi o único que registrou elevação em janeiro, com alta de 0,5% em relação ao mês anterior.
Já os aluguéis de imóveis de 1 e 3 dormitórios permaneceram estáveis no período.
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O levantamento traz a apresentação dos valores por metro quadrado, além da divisão da cidade de São Paulo em 8 grandes regiões.
Desta forma, a pesquisa concluiu que, entre as moradias de 3 dormitórios, os imóveis localizados na Zona A, que abrange os bairros Moema e Vila Mariana, por exemplo, apresentaram os valores mais altos por metro quadrado, variando de R$ 10,44 a R$ 14,41.
Na outra ponta, os imóveis com 2 dormitórios localizados na Zona Norte têm os menores valores por metro quadrado: entre R$ 7,59 e R$ 8,43.
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Desempenho
Em relação ao desempenho deste mercado em janeiro, para 39% das imobiliárias consultadas o número de imóveis locados foi semelhante ao do mês anterior. Outros 49% disseram que o nível dos estoques também foi parecido ao observado em dezembro.
Em relação ao número de imóveis alugados, cerca de 50% dos consultados consideraram a diminuição na quantidade de moradias alugadas nas regiões Norte e Centro. Já um terço dos entrevistados nas regiões Sul e Oeste declarou aumento no volume de imóveis alugados em janeiro na comparação com dezembro.
Conservação dos imóveis
A pesquisa revela ainda que os apartamentos foram os imóveis com as melhores condições de uso. De acordo com o Secovi-SP, 90% estão em ótimo ou bom estado de conservação. Já entre casas e sobrados a proporção, nesta mesma avaliação, é menor: de 80%.
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Em relação ao tipo de garantia contratual, o levantamento revela que o fiador foi a ferramenta mais utilizada pelos locatários para viabilização dos negócios no mês de janeiro: 55% dos imóveis alugados utilizaram esta modalidade, repetindo o mesmo resultado apurado no mês anterior.
O depósito foi definido como segunda opção, com 33% dos imóveis alugados, enquanto o seguro-fiança, terceira e última opção, ficou com a parcela de 11,5%.