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SÃO PAULO – A baixa utilização e os altos custos financeiros são aos maiores obstáculos para a expansão de canais de bancarização. As informações são de pesquisa divulgada nesta terça-feira (1) pela Felaban (Federación Latinoamericana de Bancos).
Além disso, segundo o levantamento, nenhum país da América Latina se enquadra na categoria “alto acesso” da população aos serviços financeiros.
Grupos de acessos
De acordo com o estudo, o Brasil aparece na categoria “baixo a médio acesso”, na qual cerca de 40% da população utiliza os serviços, dividindo o espaço com Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Panamá, Uruguai e Venezuela, conforme tabela abaixo:
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| Categoria | Países |
| Baixo acesso | Argentina, Bolívia, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Peru e República Dominicana |
| Baixo a médio acesso | Brasil, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Panamá, Uruguai e Venezuela |
| Média acesso | Chile |
Em números
Segundo o levantamento, 43% da população brasileira têm acesso aos serviços bancários. O Chile aparece em primeiro lugar da lista, com 60% da população bancarizada.
Na outra ponta, o estudo aponta que na Bolívia apenas 8,85% da população têm acesso aos bancos.
Confira os demais países:
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- Argentina: 28%
- Colômbia: 42,71
- Costa Rica: 40,38%
- Equador: 35,8%
- El Salvador: 38,12%
- Guatemala: 32%
- Honduras: 36,74%
- México: 25%
- Nicarágua: 13,08%
- Panamá: 46%
- Peru: 24,6%
- República Dominicana: 29%
- Uruguai: 42%
- Venezuela: 49,47%