ACSP: confiança do consumidor começa o ano em queda

Na comparação com dezembro, houve queda de 2 pontos, com o INC atingindo 161 pontos no primeiro mês do ano

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SÃO PAULO – O INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor), divulgado nesta terça-feira (8) pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), atingiu 161 pontos em janeiro, contra 163 em dezembro.

Na relação entre janeiro e o mesmo mês de 2010, quando o INC estava em 149, houve alta de 12 pontos.

“O otimismo para as vendas permanece no início deste ano, mas esperamos que a alta dos juros não pese demais a ponto de reverter as expectativas ainda favoráveis para este ano”, afirmou, por meio de nota, o presidente da ACSP, Alencar Burti.

O estudo aponta otimismo quando o indicador está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.

Destaques
Os consumidores das regiões Norte e Centro-Oeste continuam sendo os mais otimistas, com uma pontuação de 200 pontos, a mesma de dezembro. Em seguida, aparece a região Sudeste, com 168 pontos, contra 167 pontos registrados no mês anterior.

Já a região Sul perdeu 14 pontos, marcando 167 pontos, contra 181 em dezembro. A região Nordeste, por sua vez, continua sendo a menos otimista, com pontuação estável entre dezembro e janeiro, de 135 pontos.

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Na análise por classes sociais, apesar de queda mensal, a C aparece como a mais confiante, com 166 pontos, contra os 170 pontos de dezembro. Segundo a ACSP, essa queda provavelmente é reflexo do encarecimento do juro à pessoa física.

Em segundo lugar estão os consumidores da classe A/B, que registraram 155 pontos, contra os 156 de dezembro. A classe D/E ficou com 146 pontos em janeiro, contra os 143 pontos registrados no mês anterior.

Expectativas para o futuro
A parcela de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses ficou em 44% em janeiro, mesmo percentual de dezembro. Já o índice das que acreditam que a economia local estará mais fraca caiu um ponto percentual, para 7% em janeiro.

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Por fim, o percentual das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará um pouco ou muito melhor daqui a seis meses caiu de 58% para 57%, enquanto a parcela dos que consideram que ela estará pior ou muito pior passou de 5% para 7% em um mês.