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SÃO PAULO – Viralizou em 2012 um vídeo da apresentadora Ellen DeGeneres ridicularizando a ideia de uma caneta “para mulheres” apresentada pela marca Bic naquele ano. Não só ela: diversos grupos, especialistas, marqueteiros e clientes fizeram questão de frisar os problemas da existência desse produto, tanto que ele virou uma peça exposta no Museum of Failure (algo como museu do fracasso), aberto no dia 7 de junho em Helsinborg, na Suécia.
Gratuito, o museu tem curadoria de Samuel West, e oferece, além de visitas guiadas, workshops sobre aprendizagem a partir do fracasso e a necessidade de inovação. Confira, a seguir, 9 dos fracassos expostos no empreendimento e algumas informações sobre eles:
1. Bic for her (2012)
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Basicamente, canetas em embalagens cor de rosa. Embora ainda exista a linha de canetas “for her”, esse produto trouxe repercussão extremamente negativa acompanhada de muito sarcasmo e acusações de machismo.
2. Apple Newton (1993 – 1998)
Esse dispositivo da Apple era um “message pad”, quase um palm-top, e custava US$ 699 – valor que corresponderia, ajustando pela inflação, a US$ 1.178 atualmente. Fez pouco sucesso, mas pode ter servido como inspiração para a criação dos iPhones e iPads.
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3. Google Glass (2013-2015)
Talvez o Google ainda tenha planos para seus óculos inteligentes, mas, por enquanto, a curadoria do museu sueco acredita que o produto descontinuado em 2015 seja apenas mais uma má ideia – ou má execução. A página oficial do gadget atualmente dá o recado “obrigado por explorar conosco, a jornada não termina aqui”. Será?
4. Nokia N-Gage (2003-2005)
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Criado para desafiar o Game Boy, da Nintendo, as críticas a esse produto diziam respeito principalmente a seu design e disposição dos botões.
5. Perfume Harley Davidsson (1996)
Apelidado “Hot Road”, o perfume com notas amadeiradas e leve cheiro de tabaco não fez muito sucesso entre consumidores.
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6. Kodak DC40 (1995)
Não é segredo que a Kodak não soube se aproveitar da revolução digital no audiovisual. Em 2012, a empresa faliu, levando consigo um lançamento fraco de sua câmera digital, a DC40.
7. Sony Betamax (anos 1970)
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Melhor e mais rápido que o gravador de videocassete, esse aparelho prometia, mas não cumpriu. A Sony talvez não tenha sabido competir com o mercado de locação de vídeo.
8. Lego Fiber Optic (1996)
Kits de Lego em meados dos anos 90 vinham com tubos transparentes que ascendiam, conectados a uma bateria. Divertido, mas fabrica-los custava mais do que o preço pelo qual o brinquedo inteiro era vendido.