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SÃO PAULO – O 13º salário ajudou a impulsionar a alta no consumo das famílias da capital paulista no último mês de 2012, de acordo com dados da Fecomercio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).
Segundo a entidade, o ICF (Índice de Consumo das Famílias) subiu 6,9% em dezembro, em relação ao mês de novembro, atingindo 141,4 pontos. Na comparação com igual período de 2011, houve variação de 1,7% maior.
É importante lembrar que, abaixo de 100 pontos, o índice revela uma percepção de insatisfação e, acima deste patamar, podendo chegar a 200 pontos, indica satisfação.
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O indicador da Fecomercio-SP é composto por sete itens, sendo eles: emprego atual, renda atual, acesso ao crédito, nível de consumo, perspectiva profissional, perspectiva de consumo e momento para duráveis.
Nível de Consumo
No mês passado, o item Nível de Consumo Atual foi o que sofreu a maior variação positiva, de 18,9%, Em novembro o mesmo item sofreu retração de 15,2%.
Perspectiva Profissional
Foi outro destaque no último resultado de 2012. O item Perspectiva Profissional segue positivo com um aumento de 10,7%. “Essa condição proporciona um aumento das compras de produtos duráveis que necessitam de financiamento de médio e longo prazo”, afirma a Fecomercio-SP, relatando que a melhora da situação empregatícia gera a confiança das famílias que podem quitar o parcelamento sem prejudicar o orçamento doméstico. Por conta destes fatores, as melhores facilidades de crédito provocou também o aumento dos itens Momento para a Compra de Bens Duráveis e Acesso a Crédito
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Emprego
O Brasil passa por uma das maiores taxas de desocupação da história, com 5,3% de desemprego, de acordo com informações do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com o aumento das contratações temporárias no último bimestre de 2012, a satisfação das famílias com o Emprego Atual foi maior: 2,8% em dezembro.
Perspectiva de Consumo
O único item que apresentou queda foi Perspectiva de Consumo: retraindo 0,4%. Segundo a Fecomercio-SP, apesar das condições financeiras serem positivas, está e a quinta queda consecutiva, representando que as famílias preferem esperar os próximos meses antes de expandir seu consumo.