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O que cobre, por que é tão importante e quanto custa o seguro dos seus principais equipamentos móveis.

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No seu bolso, no fundo da bolsa, na mochila que você carrega pra todos os lados, na sua mesa de trabalho ou de cabeceira, na beira da piscina ou na pia do banheiro. Você já parou pra pensar quantos riscos o seu telefone, tablete e notebook correm?

De acidente, de levar um banho ou dar um mergulho indesejado, ou de ser roubado. Um amigo perdeu seu telefone porque a garrafa com água gelada que ele levou para sua mesinha de cabeceira suou. Esse suor, quando escorreu, molhou seu smartphone e ele perdeu o aparelho. Que estava sem seguro.

O que estou tentando mostrar é que um aparelho móvel está tão exposto que, muitas vezes, nem nos damos conta. Justamente porque é móvel. E hoje, boa parte de nós depende desses equipamentos para trabalhar, para nos divertir e para nos relacionar com o mundo. Quanto isso vale pra você? E quanto custa a reposição de um equipamento (e todo o seu valor agregado) perdido de repente?

Os seguros para equipamentos móveis têm três coberturas básicas: queda acidental, queda de líquido e roubo ou furto qualificado. E, geralmente, estão disponíveis para notebooks, e-readers, tablets e telefones móveis, especialmente os smartphones, que estão presentes na vida de aproximadamente 70 milhões de brasileiros.

O valor do bem segurado é o valor apontado pela nota fiscal, desde que ela seja emitida no Brasil. Se o equipamento foi comprado no exterior, as seguradoras cruzam informações de suas tabelas de referências e as parametrizam com os valores apresentados em anúncios, ou em materiais publicitários.

O custo do seguro não pesa tanto se considerarmos os riscos que os equipamentos correm, pela sua alta exposição. E pra você não levar um susto ao fazer uma consulta à uma seguradora, realizei dois testes. No primeiro, fiz cotações para dois smartphones, dos modelos e marcas mais vendidos no mercado. No segundo, usei os mesmos critérios aplicados aos tablets.

Para os telefones, o valor do seguro do aparelho que usa tecnologia iOS variou entre 12 e 15% do valor do aparelho. O de tecnologia Android ficou em torno de 20%. Entre os tablets, o de tecnologia iOS ficou em torno de 20%, enquanto o com tecnologia Android ficou em 30%. Esses percentuais já consideram os custos de fracionamento do preço do seguro, que na maioria das  seguradoras pode ser parcelado em até 10 vezes, tornando as prestações suaves e não pesando tanto no bolso.

Se você ainda hesita em adquirir esse tipo de seguro, não esqueça que – em muitas e muitas vezes – o barato de não ‘gastar’ com o seguro, sai muito caro.

Até a próxima semana.

Rafael Monsores