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Como declarar criptos no Imposto de Renda? Tire todas as dúvidas de última hora

Dirigir não é brinquedo, mas…

Os conceitos de gamification podem beneficiar seguradoras, segurados e até a segurança no trânsito.

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Tudo começou com o telejogo. Hoje, o mercado de games movimenta bilhões de dólares no mundo, há uma verdadeira guerra entre fabricantes de consoles, jogos online e off-line, para se jogar sozinho ou em grupo, e campeonatos mundiais levando 40 mil pessoas a um estádio para assistir à final. Sim, isso é real, aconteceu na Coreia do Sul e havia brasileiros participando.

Mas o que é que isso tem a ver com seguros?

Dirigir não é brincadeira, todos nós sabemos. Mas já há aplicativos desenvolvidos no mercado que, como se fossem jogos, poderiam beneficiar seguradoras e segurados. Como?

Ao baixar um aplicativo para o seu celular ou tablet, o motorista teria dados sobre sua maneira de dirigir (aceleração e frenagem, por exemplo) registrados e, acompanhado por GPS, localizações exatas por onde circula e se segue as regras estabelecidas para aqueles locais (velocidade máxima, por exemplo).

Cruzando todas essas informações, as seguradoras teriam um desenho fiel do perfil do motorista, o que pode resultar em uma precificação de apólices mais precisas. Além disso, utilizado os conceitos de gamification, o motorista poderia ser premiado com prêmios ou ‘vidas’ que, ao longo de seu contrato ou no momento da renovação, poderiam resultar em descontos e outras vantagens.

Ou seja, além de uma ferramenta que colabora para melhores resultados da seguradora, beneficia os segurados de uma maneira divertida e, indiretamente, colabora para a segurança de trânsito ao incentivar formas corretas de se dirigir.

Outros benefícios para as seguradoras são as oportunidades de gestão de marca e a aproximação com os segurados, criando relações realmente individuais e diminuindo a pecha de que seguro é algo duro e pesado.

E o que falta então? A tecnologia já existe, os aplicativos já estão disponíveis para serem baixados. Já há seguradoras no Brasil, mesmo que de modo embrionário, investindo nessa iniciativa. Mas ainda falta investimento em comunicação e o incentivo real à adoção dos aplicativos pelos segurados. Resta saber se a oportunidade vai ser aproveitada ou não.

Nos encontramos de novo na próxima semana.

Rafael Monsores