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O Brasil acorda entristecido. O avião que levava o time da Chapecoense à Colômbia para a disputa da final da Copa Sul-Americana caiu em uma região montanhosa, deixando 76 mortos (atletas, jornalistas e tripulação) entre as 81 pessoas a bordo, informou a polícia colombiana nesta terça-feira.
Neste momento tão difícil, as seguradoras estão envolvidas nos contratos que auxiliam empresas e famílias, dando apoio para a tramitação burocrática que envolve a morte, como translado, funeral e apoio psicológico e financeiro aos familiares. Além das apólices de seguros pessoais, todos os atletas profissionais com contratos ativos no sistema BID da Confederação Brasileira de Futebol passaram a ter direito a coberturas de seguro de vida e de auxílio funeral custeados pela entidade, segundo anúncio feito em março, pelo presidente em exercício da CBF, Antônio Nunes de Lima.
O objetivo da iniciativa, segundo a CBF, é dar tranquilidade e segurança aos atletas no seu dia a dia, além de garantir economia aos clubes brasileiros. Na época da assinatura do contrato, quase 10 mil contratos estavam ativos no departamento de Registro e Transferências da Confederação. O programa de seguro atualiza mensalmente o número de contratos vigentes.
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O pagamento de seguro de vida é obrigação dos clubes, de acordo com o artigo 45 da Lei Pelé, informa a CBF em seu portal. A CBF, no entanto, percebeu que poderia assumir o custo com o apoio do parceiro Itaú Seguros, responsável pelas coberturas e que uniu esforços junto à entidade para viabilizar a proposta em vigor.
O que foi acertado na época era que a apólice contratada forneceria ao beneficiário cobertura por morte por qualquer causa, invalidez permanente total ou parcial por acidente e invalidez funcional permanente ou total por doença. Todas as coberturas são calculadas conforme o salário do atleta, multiplicado o valor em doze vezes.