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A atual pirâmide de itens de subsistência tem novas necessidades básicas. Nem bom dia, nem boa tarde. Duas perguntas norteiam o primeiro contato: onde tem tomada? Qual a senha do WiFi?, diz o especialista em futurologia Luis Rasquilha, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA), CEO da Inova Consulting e colunista da rádio CBN, em palestra proferida no Insurance Service Meeting, evento sobre tecnologia promovido pela CNseg, a confederação das seguradoras, realizado na semana passada.
Mas é preciso tomar cuidado com as redes públicas de acesso a internet, recomenda o especialista em seguro de riscos cibernéticos da AIG Brasil, Flavio Sá. “Com a sofisticação dos tipos de ataques, a utilização de redes públicas representa aumento dos riscos de vazamento de dados, uma vez que o endereço de IP pode ser facilmente acessado por outros usuários, e assim iniciar ataques. Outra situação é a criação de redes falsas, como, por exemplo, um hacker que cria uma rede WiFi com o mesmo nome de um restaurante ou hotel próximo”, alerta.
Considerando os riscos atrelados, se ainda assim o usuário tiver interesse ou necessidade de utilizar rede pública, é fundamental ter em mente as seguintes precauções:
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– Não utilizar softwares falsos, como antivírus, por exemplo
– Manter sempre programas atualizados. Fazer as atualizações exigidas pelos softwares
– Mudar regularmente suas senhas. Não utilizar senhas básicas ou a mesma senha de acesso para programas diferentes
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– Não manter um arquivo de senhas (Excel ou Word) em local de fácil acesso
– Evitar transações financeiras e acessar site de bancos
– Desconfiar de banners de promoções e sites sem o “cadeado’’ de proteção no navegador
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– Utilizar VPN (Virtual Private Network) e SSL (Secure Socket Layer).
Lembre-se que o Brasil é um dos líderes do ranking de hackers. Melhor prevenir perdas para evitar o trabalho provar que teve dados roubados ou cartões clonados.