Metade do ano, metade da meta?

Como evitar a síndrome do “quase” nos seus resultados

Bianca Juliano

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Agosto chega. E com ele, a frase mais repetida pelos profissionais do mercado: “Ainda dá tempo.”

Dá mesmo. Mas não do mesmo jeito.

Se os primeiros sete meses do ano passaram voando, os próximos cinco não vão esperar você se organizar. E é aqui que mora o risco mais silencioso de todos: A síndrome do quase.

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E o ano vai embora nesse looping de tentativas não concluídas — com profissionais muito comprometidos, muito cansados… e pouco realizados.

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Da motivação à concretização: a virada precisa de método

Se você esteve na Expert XP, voltou cheio de anotações, novas ideias, contatos promissores e energia renovada.

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Mas isso não basta.

Se nada disso virar execução concreta, com foco, frequência e inteligência, vira poeira.

E o problema pode estar na falta de estrutura.

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A meta está longe? Então aproxime o plano.

Alta performance comercial não é sobre pressão.

É sobre método.

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E método começa com uma pergunta sincera: Você sabe, com clareza, quantos contatos reais precisa fazer essa semana para fechar 10 novos clientes até setembro?

Se a resposta for “não sei”, você não precisa de mais tempo. Precisa de mais precisão.

No Método O Mínimo Esforço®, chamamos isso de objetivos numéricos de esforço e resultado.

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Eles transformam o sonho em plano. E o plano em ação diária.

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Reajustar não é recomeçar. É acelerar com consciência.

Muitos assessores caem na armadilha de “jogar tudo fora” quando percebem que estão longe da meta.

Mas quem tem método, não recomeça toda hora. Ajusta com inteligência.

E o melhor ajuste começa com duas perguntas simples:

Às vezes, o gargalo está no funil.

Às vezes, no discurso.

Às vezes, na rotina sem constância.

Às vezes, na falta de acompanhamento do que importa.

Sem julgamento. Só com verdade.

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A diferença entre realizar e quase realizar está no acompanhamento

A maioria dos profissionais não falha por falta de esforço. Falha por falta de acompanhamento.

O que não se mede, não se melhora.

E o que não se acompanha, se perde no piloto automático.

É aqui que entra o passo 5 do meu método: o acompanhamento recorrente.

Porque número é mapa. E sem mapa, você volta a rodar em círculos.

Para fechar:

Você ainda tem cinco meses pela frente. O suficiente para fazer muito acontecer — se cada passo for dado com método e verdade.

Não aceite terminar o ano com o gosto amargo do “quase”. A decisão está no detalhe. E o detalhe está na forma como você executa, ajusta e acompanha.

Quais números você precisa ver virar até o fim do mês? E qual o próximo passo real para isso acontecer?

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Bianca Juliano

É especialista em vendas, assessoria de investimentos, atua como mentora, palestrante e é autora do livro “O Mínimo Esforço: o método de vendas que me levou à posição de sócia da XP Investimentos”.