Veja como funcionam os cursos <i>in company</i>

Empresas seguem tendência mundial e já oferecem cursos que são, muitas vezes, custeados por elas e ministrados em instituições de ensino

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SÃO PAULO – As empresas estão cada vez mais aderindo aos cursos in company na busca por potencializar o conhecimento dos funcionários. De acordo com o coordenador de cursos corporativos do Ibmec São Paulo, Luca Borroni, esta é uma tendência mundial.

Dentre os objetivos das empresas está o desenvolvimento de habilidades que precisam imediatamente dos funcionários. “As companhias escolhem cursos fechados, que não permitam a participação de outras pessoas, e que atendam seus desejos temporários”, explicou.

Como funcionam

Se no passado eles eram realizados nas empresas, agora já são ministrados, em sua maioria, em instituições de ensino.

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Nos cursos no Ibmec São Paulo as pessoas costumam ser avaliadas. “Não é somente chegar e esquentar a cadeira. Pressupõe-se que a pessoa se capacite e isto deve ser avaliado”, disse Borroni.

Vantagens

Quando bem estruturados, eles propiciam capacitação profissional. “Esta, sem dúvida, é a grande vantagem dos cursos corporativos. Além de receber informação, os profissionais já a encaixam na atividade realizada no ambiente corporativo”.

Normalmente, as próprias empresas custeiam, uma das vantagens para o profissional. Em alguns casos, no entanto, é possível que o colaborador tenha que desembolsar algum dinheiro. Além disto, fatores como locomoção e alimentação durante o curso costumam ter que ser pagos pelo próprio profissional.

Por isto, analise seu orçamento antes de entrar num curso destes. Se a empresa exigir, trate de negociar se não tiver condições de arcar com as despesas extras.

Dicas

A principal dica dada pelo coordenador é de que a pessoa analise seu tempo antes de aceitar realizar um curso como este. “A pessoa deve aceitar ou não na medida em que entenda que possa se dedicar ao curso”, disse.

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Isto porque existem alguns que exigem leitura de livros e artigos e se a pessoa não puder aproveitar, disse o coordenador, é melhor nem iniciar. Por isto, avalie sua vida pessoal e profissional para ver se uma nova atividade como esta é bem-vinda.