TI: Brasil paga salário mais alto na América Latina

Segundo pesquisa da Mercer, país paga US$ 70.026 para gerente; na média salarial, Brasil fica na segunda posição, com US$ 27.330, atrás do México

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SÃO PAULO – Os profissionais brasileiros da área de TI (Tecnologia da Informação) são os que recebem os salários mais altos da América Latina, de acordo com pesquisa divulgada nesta quarta-feira (17) pela empresa de consultoria, terceirização e investimentos Mercer.

De acordo com os dados, um gerente de TI recebe em torno de US$ 70.026 no Brasil, enquanto no México, segundo país melhor colocado na AL, o salário médio é de US$ 68.042; no Chile é de US$ 67.771 e, na Argentina, de US$ 43.180.

Quando analisada a média paga para todos os profissionais da área, o Brasil cai para a segunda posição entre os melhores colocados na AL, com salário de US$ 27.330, atrás apenas do México, com US$ 28.170. Na análise da média salarial, o Chile ficou na terceira posição (US$ 24.438) e a Argentina, na quarta (US$ 14.700).

Os 10 melhores…e piores

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A pesquisa mostra que o país que melhor paga os profissionais da área de TI é a Suíça, com US$ 140.960, seguida da Dinamarca (US$ 123.080), Bélgica (US$ 121.170), Reino Unido (US$ 118.190) e Irlanda (US$ 108.230).

A lista dos dez melhores segue com Estados Unidos (US$ 107.500), Alemanha (US$ 106.730), Canadá (US$ 93.860), Hong Kong (US$ 90.340) e Austrália (US$ 88.850). Veja abaixo a lista dos países que pior remuneram os profissionais da área:

PosiçãoPaísSalário
VietnãUS$ 15.470
BulgáriaUS$ 22.240
FilipinasUS$ 22.280
ÍndiaUS$ 25.000
IndonésiaUS$ 31.720
China (Xangai)US$ 33.770
MalásiaUS$ 35.260
República TchecaUS$ 35.880
China (Beijing)US$ 36.220
10ºArgentinaUS$ 43.180

Fonte: Mercer

Profissão

De acordo com o diretor do escritório da Mercer em Londres, David Conroy, a globalização da função de TI continua em desenvolvimento. “Empresas na Europa e nos Estados Unidos permanecem mais criativas em suas estratégias de remuneração para assegurar a manutenção dos melhores talentos”.

Para ele, nessas regiões, os empregadores entendem os mercados locais e procuram desenvolver estratégias bem-sucedidas para atrair e reter os profissionais, a fim de permanecerem competitivos.