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SÃO PAULO – A taxa de desemprego nas sete principais regiões metropolitanas do País ficou praticamente estável entre julho e agosto deste ano, passando de 11% para 10,9% da PEA (População Economicamente Ativa).
De acordo com os dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgados nesta quarta-feira (28) pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), em agosto, o contingente de desempregados foi estimado em 2,414 milhões de pessoas, 27 mil a menos do que em julho.
Considerando as diferentes formas de desocupação, nota-se que o nível de desemprego aberto, que representa o conjunto de pessoas sem ocupação à procura de trabalho, permaneceu em 8,3%, na comparação mensal. Já o desemprego oculto passou de 2,6% para 2,5%.
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Desemprego por região
Em agosto, na análise regional, a taxa de desemprego registrou queda em quatro das sete regiões pesquisadas, conforme é possível observar na tabela a seguir:
| Taxa de desemprego total (%) | |||
| Região Metropolitana | Julho | Agosto | |
| Distrito Federal |
12,4 |
12,3 | |
| Belo Horizonte | 7,6 | 6,7 | |
| Fortaleza | 9,7 | 9 | |
| Porto Alegre | 8 | 7,7 | |
| Recife | 13,7 | 13,8 | |
| Salvador | 15,6 | 15,6 | |
| São Paulo | 11,1 | 11,2 | |
| Total | 11 | 10,9 | |
Fonte: Dieese/Seade
População ocupada
A população ocupada das áreas analisadas atingiu 19,792 milhões de pessoas no oitavo mês do ano, o que mostra uma queda de 4 mil em relação ao mês anterior.
Na análise setorial, o segmento de serviços aparece ainda como o maior empregador, com 10,648 milhões de pessoas atuando em agosto, seguido pelo comércio, com 3,278 milhões de trabalhadores, e pela indústria, com 2,959 milhões de empregados.
Os segmentos outros (serviços domésticos e outros ramos de atividade) e de construção civil foram os que mantiveram o menor número de pessoas ocupadas em agosto: 1,583 milhão e 1,324 milhão, respectivamente.